Durante a transmissão do último US Open de tênis, o cara da TV comentou uma coisa interessante.

O Richard Gasquet, grande tenista francês, nunca chegou ao topo do ranking ou mesmo a uma final de Grand Slam porque na época em que jogava nos torneios de base, aprendeu a contar com seu absurdo talento para ganhar com facilidade dos adversários. Mas depois que subiu para o nível dos profissionais, ao lado de tantos outros talentos como ele, nunca teve a garra necessearia, o esforço, que não aprendeu a desenvolver.

O que define o ranking não é mais qualidade técnica, que todos têm de sobra. É atitude.

Esse é mais um exemplo do esforço superando o talento, a inteligência. Uma habilidade democrática, disponível para todos e não para apenas um seleto grupo de bem nascidos.

Um dos posts de maior repercussão aqui no UoD ( “O que acontece quando você fica elogiando a inteligência de uma criança“) fala sobre isso, inclusive o quanto um rótulo de criança “especial” pode atrapalhar seu desenvolvimento na vida adulta.

Amanhã tem jogo da Seleção Brasileira de futebol, e quantas vezes já vimos esse filme, de contar demais com talento e esquecer de suar a camisa?

Enfim, abaixo, um vídeo de um discurso bem bacana feito por Eric Thomas (conhecido como o The Hip Hop Preacher) e estrelado pelo atleta Giavanni Ruffin (running back do time de futebol americano East Carolina)

Talento fascina. Mas esforço, inspira.

(existe uma segunda versão aqui)

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