A Go Pro nos acostumou com cenas em que – o que antes se mexia- agora fica parado, e vice-versa.

Como o capacete do ciclista, que fica paradinho no centro da tela, enquanto o mundo ao seu redor chacoalha porque a câmera está grudada na cabeça do sujeito.

O passo seguinte foi colocar câmeras não mais em pessoas, mas em coisas (flechas, bambolês, balões, drones, etc).

Agora está chegando a terceira parte dessa brincadeira: a câmera com alvo dinâmico de alta velocidade.

Com ela é possível “cravar” um objeto no centro da tela (um mapping), mesmo que esse objeto esteja se movimentando numa velocidade absurda, como uma bolinha de pingue-pongue, uma bola de baseball, ou um daqueles brinquedos tléc-tléc que quebra os ossos da mão.

Assista e imagine as possibilidades disso em transmissões esportivas. Quem sabe dá tempo de usar na Copa?

Obra do pessoal da Universidade de Tóquio.

Image by Shutterstock

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