Os carros autônomos, capazes de circular pelas ruas sem motorista, estão cada vez mais perto de se tornarem uma realidade, com diversos testes já em estágio avançado, principalmente nos Estados Unidos. E assim como os drones, sua convivência com os humanos traz uma série de situações novas, muitas vezes envolvendo princípios éticos e judiciais que precisarão ser considerados pela primeira vez.

Por exemplo: um motorista humano, reage às situações. Um carro autônomo age. Ou seja, as situações precisam ser previamente consideradas. E aí, quando acontece algum acidente com vítima fatal, a premeditação fica esquisita.

O video abaixo, de 5 minutos, explica a questão e é bem interessante.

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